
Non, rien de rien,
non, je ne regrette rien.
Ni le bien qu’on m’a fait,
ni le mal, tout ça m’est bien égal.
Non, rien de rien,
non, je ne regrette rien,
C’est payé, balayé, oublié,
je me fous du passé.
Avec mes souvenirs,
j’ai allumé le feu.
Mes chagrins mes plaisirs,
je n’ai plus besoin d’eux.
Balayés mes amours,
avec leurs trémolos.
Balayés pour toujours
Non, rien de rien,
non, je ne regrette rien.
Car ma vie, car mes joies,
Pour aujourd’hui
ça commence avec toi
PS: Não parece, mas tenho escrito sim. Estou sem Internet e não dá pra postar tudo. Aos poucos voltarei aos trilhos, até porque nunca consigo largar os blogs, desde 2002.
PS2: Na foto – Júlia e Luiza no Jardim Botânico, em SP – Pic by Mari Zatz
Arquivado em: cultura, ficaaiadica, inúteis, júlia | Tags: disco, lp, sleeveface
Essa semana descobri esse site bacanérrimo. Pessoas do mundo todo mandam fotos fazendo essa brincadeirinha de “Sleeveface”, que é basicamente colocar um disco que tenha na capa um rosto, fingir que ele é nosso e tirar uma fotinha. Mas tem gente que leva a sério e faz até produção só pra isso. Fiquei um tempão fuçando no site, achei umas muito bacanas. Uma das minhas preferidas é essa aqui do Beethoven:

Lá também vamos achar David Bowie, Madonna, Edith Piaf, Michael Jackson, Buddy Holly e assim vai! Vale a pena conferir, o endereço é esse: http://www.sleeveface.com
Ah… E eu, claro, não podia me furtar em querer dar uma de Debbie Harry…

Loraça Beuzebu.
Beijos, ficouaiadicafimdeférias.
Arquivado em: inúteis, júlia | Tags: agenda, caderno, citações, frases, tribo
Comprei um caderno da “Tribo”, chamado “Resumo da Ópera”, e em cada duas páginas tem uma citação e uma proposta de reflexão sobre aquela frase. É uma proposta bem tosca, por exemplo, em uma das páginas tem um poema que fala da “leveza do amor” – E uma proposta de reflexão assim:
O poema de Ulisses Tavares trata do brilho e da leveza do amor. Que outra emoção ou situação faz com que você se sinta assim?
Gente, como eu poderia me furtar a responder “cagar“?
Ao mesmo tempo, tem umas frases até que bacanas, como essa aqui:
À história, prefiro a mitologia:
A história parte da verdade e ruma em direção à mentira;
A mitologia parte da mentira e se aproxima da verdade.
(Jean Cocteau)
Enfim… Estou sem ânimo nem idéias pra escrever… Quem sabe essa porcaria de caderno me dê alguma. Hasta.
Arquivado em: inúteis, júlia, pessoais | Tags: ano novo, natal, resoluções
Eu nunca falo de mim no meu blog. Acho minha vida pouco interessante para sair publicando por aí. Só que é fim de ano, e no meu caso, é inevitável deixar de fazer resoluções. Na verdade acho bem piegas essas coisas de fim de ano, mas como sou muitas vezes assumidamente piegas, não vai ter problema.
Fora o clichê do “esse ano passou rápido” - E se for pensar, nem é tanto assim, são só trezentos e sessenta e tantos dias… Aconteceram muitas coisas nesse ano, que mudaram a minha vida de verdade. Dezoito anos não é só uma idade, pelo menos pra mim… Tudo foi diferente depois dos dezoito. Pra valer.
Os pensamentos são engraçados. Sempre torcemos para que dê tudo certo, mas então dá errado. E quando estamos desacreditadas de tudo, tudo dá certo. Acho que a vida prega peças mesmo, tudo é imprevisível. Mas ao mesmo tempo tudo dá certo, quando não nos desesperamos.
Esse ano eu consegui praticamente tudo que desejei ano passado… Me dedicar aos estudos e trabalho, ser feliz, conhecer pessoas e coisas interessantes… Mas como uma boa ariana, não posso deixar de reclamar um pouquinho… Faltou um tiquinho de amor, mas quem sabe isso não será compensado no ano que vem? Tenho uma leve impressão que irá. E por tudo isso, posso dizer que 2008 foi o ano mais importante da minha vida pra mim, consegui muita coisa. Mas ainda sou ariana, e continuo instatisfeita e querendo dominar o mundo, por isso…
EM 2009 EU QUERO VOU!
1 – Estudar ainda mais.
2 – Começar a tomar energético.
3 – Comprar um despertador de corda que toque MUITO alto (Esse fator é importantíssimo).
4 – Comprar um novo caderninho só pra idéias (noturnas, principalmente).
5 – Me aperfeiçoar no trabalho, nunca ficar satisfeita com o “bom”, me antecipar, ser menos desligada e ter menos preguiça!!
6 – Arranjar uma manicure boa de verdade.
7 – Ter mais jogo de cintura e bom humor nos momentos difíceis.
8 – Começar a frequentar o tempo budista (fico adiando sempre).
9 – Fazer uma tatuagem e consertar ou trocar minha vitrola (fico adiando sempre também).
10 – Gastar mais com cultura e menos com roupas (Ok, essa vai ser difícil).
11 – Ter mais autonomia.
12 – Manter o peso.
13 – Sofrer menos com bobagens e ser mais pé no chão… Agir mais com a razão do que com o coração.
14 – Assistir o máximo de filmes possíveis na semana.
15 – Ler pelo menos 2 livros de literatura.
16 – Ser mais gentil e não ter vergonha de ser gentil (Eu sei, é absurdo mas acontece comigo).
17 – Aperfeiçoar meu francês.
18 – Ter aulas de fotografia.
19 – Visitar mais minha mãe e minha avó.
20 – “Don’t you want somedoby to love?”
O resultado de férias como as minhas não poderiam ser diferentes: Lendo um livro com um conto mais doido que o outro. Só pra exemplificar: Num deles, uma garota se apaixona pelo príncipe William e tem sonhos eróticos com ele, envolvendo saias bem cortadas e bundas. Em um outro, uma moça resolve dar aulas de natação em uma cidade onde não existem piscinas, nem rios, nem lagos… Em bacias de água. E no tapete. E os alunos são três velhos de oitenta anos.
Até aí tudo bem, até porque o livro é bom. Mas, depois que eu vi isso, minha vida mudou completamente:

Sim, Super Obama World. Sua missão é capturar moedas em forma de bandeiras dos Estados Unidos e matar “porcos” capitalistas. E ladrões com saquinhos de dinheiro. Dez.
Amo as férias, mas logo vou enjoar. Quero minhas amigas de volta.
Arquivado em: inúteis, júlia | Tags: camera, jovem, manga, monica, quadrinhos
Ok, següinte. Saiu a quarta edição do “Turma da Mônica Jovem” na qual eu e meu amigo Jaum Godoy fazemos uma pequena “participação especial”. Transformaram o Jaum num panda.
Me transformaram num ser sem nome com manchas pretas nos cotovelos e no rosto. Mas pelo menos eu tenho orelhinhas, franjinha e óculos charmoso de sol :D
Abram na página 19 – Eu sou aquela que está filmando.
Página 23 – Último quadrinho.
Página 33 - E finalmente a minha estupenda “fala”: “COM CERTEZA”
puta quel paril… achei uns textos que datam 2004! e outros 2005!
vai, não era tão ruim assim… hehe
pro.cras.ti.nar, verbo
1. deixar para fazer algo mais tarde
Sinônimo
1. empurrar com a barriga
Ter que acordar. Saber que o relógio está meia hora adiantado (“Pra dar aquela impressão”). Acordar. Ou não. Deixar no “soneca”, no mínimo mesmo umas 5 vezes. Tá bom, 6. Se for 7, depois eu dou uma corridinha. Só mais uma, vai. 8 nem é tanto mais que 5. Acordar. Ou não. Sentar na cama, espreguiçar. Olhar para os lados. Se perguntar porque você nunca consegue ser uma daquelas pessoas que acordam alegres e de bom humor. Sono. Levantar… Fazer café. Olhar o orkut, claro. O e-mail e o fotolog. E os comentários do blog. Arrumar. Maquiar. Se eu der mais uma olhadinha no e-mail não vai ter problema. Perder a chave, perder o cartão, perder o bilhete do ônibus. Tomar o café que havia esquecido na cozinha. E agora escovar os dentes. A chave estava no banheiro, que cabeça. O bilhete no bolso da calça. Acho que vou adiantar o relógio mais 15 minutos, tenho que parar de enrolar. Chegando na aula, lição. Mas o professor é chato, então melhor fazer uma cruzadinha antes, ou ler o jornal da Bienal. Preciso ir a Bienal, e estou enrolando a 2 semanas, não dá tempo, não dá tempo… O tempo dá. E se chegar no trabalho mais tarde, 10 minutos atrasado por ter ficado no fliperama? ou ouvindo música? ou tomando milkshake? Tudo bem.
É. “Mas a galinha não viu”
Here are the facts:
- Fato 1: Uma comunidade chamada “Bubaloo é Califórnia”, com a descrição: Ou Califórnia é Bubaloo? Ah, não importa: Estados Unidos. Balance o seu vestido.
- Fato 2: Um tópico chamado A VERDADEIRA MÚSICA, E FOI COMPROVADO. Em grandes letras garrafais capslock assim mesmo. Conteúdo do tópico:
Anônimo
A VERDADEIRA MÚSICA, E FOI COMPROVADO.
BUBBALOO,
bubbaloo é califórnia, califórnia é bubbaloo,
Estados, Unidos, balance o seu vestido,
pra frente, pra trás,
assim já é demais!
Prum lado, pro outro, assim é muito pouco.
Pisa no chiclete, dá uma rodadinha, dança da galinha e PLUM!
a revista veja comprovou tá gente ?
- Fato 3: Respostas do tópico:
e daí? a veja é uma merda.
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=79318
Eu não cantava bem assim. hahahaha
eu gosto da veja e daria pro mainardi
eu não gosto da veja, mas eu também daria pro mainardi.
Conclusão: Vamos logo explodir uma bomba atômica e acabar com essa palhaçada que alguns chamam de “humanidade”, certo? Chega.
“Deixei a fatia mais doce da vida na mão dos homens de vida vazia”
Vida – Chico Buarque
Um dia quis ser poeta. Quer dizer, um dia pensei em escrever sobre tudo o que me passava pela cabeça e transformava em versos que não rimavam com a desculpa de contemporâneos. Lia Leminski. Mas um uma vez li num romance: “Todo mundo escreve poesia quando tem 16 anos”. Tinha 16 anos. E pensei: “Será que vou parar de escrever? Não, claro que não. É um hobby lógico, mas é bom, me alivia, expurga. Aí preenchia o vazio existencial típico adolescente”. Não que eu tenha mudado tanto, de lá pra cá são pouco mais que três anos. Mas nunca mais escrevi poesia. Joguei todos os cadernos fora – Uma estupidez sem tamanho, eu sei – Mas o engraçado é que escrever poesias transformou-se em algo típico dos meus 16. Eu me lembro que quando tinha 12, li um livro chamado “O Diário de Susie – Confissões de uma garota de 16 anos”. Não precisa explicar muito, não é? E me perguntava se me preocuparia com as mesmas coisas que a garota do livro se preocupava quando tivesse 16 anos. Só que com 16, pensava mais no que seria da minha vida daqui pra frente se eu não passasse no vestibular.
Isso me faz pensar. Planejar é engraçado. A gente planeja, esquece, planeja, esquece, e quando viu, já viveu, e viveu planejando. Será que exatamente nesse momento da minha vida estou planejando? Estamos sempre planejando, ansiosos. Passamos pela rua, os bêbados estão gritando nomes estranhos e malucos e ninguém se dá conta que isso é muito estranho e simplesmente segue seu caminho, pensando no que fará no dia. E quando faz, pensa no que fará depois.
Talvez objetivos sejam bons, mas não pra viver em conta deles, se não é só decepção. Também não quero esperar morrer pra chegar no paraíso. Acho que ele pode estar contido numa simples barra de chocolate Alpino. Ou em um nuggets frito com azeite.








