Xis Princesa


Chega
outubro 29, 2008, 9:32 pm
Filed under: inúteis, literários, música | Tags: ,

CHEGA! ESSE BLOG TÁ MUITO CULT! CANSEI.

 

(tugudugudugudugudu….)
(tugudugudugudugudu….)
(tugudugudugudugudu….)

Só na percursão

(tugudugudugudugudu….)
(tugudugudugudugudu….)

Aeh muleque (tugudugudugudugudu….)
Tá manero (tugudugudugudugudu….)
(tugudugudugudugudu….)

Ela balança mas não pára…(tugudugudugudugudu….)
Balança mas nunca pára
Ela balança mas não pára…(tugudugudugudugudu….)
Balança mas nunca pára
Ela balança mas não pára…
No ritmo do olodum

Quem fez essa pra ela foi o MC Buiú…
Bota o dedinho na boca e faz cara de tarada
Vai descendo, rebolando, balança mas nunca para…(tugudugudugudugudu….)

Balança mas nunca pára
Ela balança mas não pára (tugudugudugudugudu….)
Balança mas nunca pára
Ela balança mas não pára (tugudugudugudugudu….)

E quando eu mandar mulher
Bota a mão no joelhinho
Essa é a nova do Buiú
É hora da novinha de balançar o bumbum…

Balança, balança, balança o bumbum…
Balança, balança, balança o bumbum…
Balança, balança, balança o bumbum…

No ritmo do olodum…

Desce, que desce, que desce
Desce, que desce, que desce
Desce, que desce, que desce

No ritmo do olodum…

Rasta que rasta que rasta o bumbum…
Rasta que rasta que rasta o bumbum…
Rasta que rasta que rasta o bumbum…

Tamborzim com olodum…

Ela balança mas não para…(tugudugudugudugudu….)
Balança mas nunca para…
Ela balança mas não para…(tugudugudugudugudu….)
Balança mas nunca para…
Ela balança mas não para…
No ritmo do olodum

Quem fez essa pra ela foi o mc buiú…
Bota o dedinho na boca e faz cara de tarada
Vai descendo, rebolando, balança mas nunca pára…(tugudugudugudugudu….)

Balança mas nunca pára…
Ela balança mas não pára… (tugudugudugudugudu….)
Balança mas nunca pára…
Ela balança mas não pára… (tugudugudugudugudu….)

E quando eu mandar
Bota a mão no joelhinho
Essa é a nova do buiú
É hora da novinha vim balançar bumbum…

Balança, balança, balança o bumbum…
Balança, balança, balança o bumbum…
Balança, balança, balança o bumbum…

No ritmo do olodum…

Desce, que desce, que desce
Desce, que desce, que desce
Desce, que desce, que desce

No ritmo do olodum…

Rasta que rasta que rasta o bumbum…
Rasta que rasta que rasta o bumbum…
Rasta que rasta que rasta o bumbum…

 

Tamborzim com olodum…



Como prometido… VMB
outubro 4, 2008, 7:07 pm
Filed under: cultura, júlia, música | Tags: ,

 

            Tarde de quinta-feira. Cheguei no trabalho na maior inocência, e já estava discutindo horrores com o meu chefe quando de repente escuto o João Godoy, que trabalha comigo, falar:

 

            “Júlia, consegui pra você. A gente vai pro VMB”

            “COM ESTA ROUPA???? NÃOOOO!!!”

            Mas mesmo com a roupa de trabalho, lá fui eu. Só que para ganhar o ingresso, eu teria de participar de um quadro do MTV na Rua, defendendo o porquê eu deveria ir no  VMB, e concorrendo com outra pessoa que também defenderia o seu. Só que, felizmente, essa pessoa era justamente quem havia me convidado para participar, ou seja, o par de ingressos seria nosso de qualquer jeito.

            Com direito a “Ih! Fora!” e avacalhações, saí perdedora, mas com meu ingressinho na mão:

 

              E apesar de termos ficado das 3 da tarde até as 9 da noite em pé e sem comer, a festa valeu a pena. Fizemos amigos e nos divertimos muito, principalmente quando estávamos na van da MTV, a caminho da premiação, além dos acontecimentos banais, muitos e muitos babados:

            Fiquei encostada no palquinho onde os músicos recebiam os prêmios. NX Zero foi o campeão, ganhou em umas 3 categorias, não aguentava mais aqueles idiotas subindo no palco e aquelas menininhas mais idiotas ainda gritando “Diiii! Tiiii!”. Mas mais irritante ainda foi uma gorda que não parava de gritar na nossa frente, e gritava histericamente, coisas toscas como “papito” e similares. Acho que todo mundo ficou tão puto que teve a mesma idéia na mesma hora, de gritar: “Cala boca, gorda!”.

            Fora isso, pelo lugar que estava, consegui ver a bunda de todas as artistas, Sandy, Kika, Adriane Galisteu (peluda), Alice Braga, Pitty, Joelma e assim vai. E o melhor foram as minhas fotos dos artistas, todos de costas, uma maravilha:

 

Alice Braga e Rogério Fausino
Alice Braga e Rogério Fausino
Vanessa da Mata e Ben Harper
Vanessa da Mata e Ben Harper
Danillo Gentilli e Adriane Galisteu
Danillo Gentilli e Adriane Galisteu
Andreas Kisser
Andreas Kisser

            Pelo menos alguém olhou pra minha câmera… Danilo Gentilli, gatinho!           


            Quanto aos shows, muitos babados. Blocparty foi um desastre, cantaram duas músicas, em playback, foram vaiados e fizeram moshs mau sucecidos, com direito ao baterista jogar no chão o chimbau, morrendo de raiva. Bons mesmo foram os shows da Vanessa da Mata e Ben Harper e do Chitãozinho e Xororó! TODO MUNDO cantou junto, foi ótimo! Só não gostei dos fisioculturistas depilados do bonde do role dançando na minha frente, foi constrangedor mesmo! Mas tirando o fato que quase não chego em casa com pernas, foi muito bom!

Bonde do Rolê
Bonde do Rolê

 

Xororó
Xororó

            Rumo a sala VIP em 2009! Haha…



Artigo – Festivais de Música na Record
setembro 22, 2008, 2:14 am
Filed under: artigos, música | Tags: , ,

“Vocês ganharam! Vocês ganharam! Isso é o Brasil subdesenvolvido! Vocês são uns animais!”   

 

             A TV Record teve seu auge de audiência nos anos 60, quando promovia, em seu horário nobre, festivais e programas de música. Isso a consagrou como “a emissora dos festivais”. Esses programas eram muito populares, em uma época que a MPB era pauta de conversas informais, nas casas, nos bares, nas ruas…

            Em 1965, já fazia muito sucesso o programa apresentado por Elis Regina e Jair Rodrigues, chamado “O Fino da Bossa”. Nesse programa, já começavam a surgir novos talentos da música popular, e alguns já muito conhecidos.

            Nesse mesmo ano, substituindo a transmissão de campeonatos de futebol de domingo à tarde, estreia na Record outro programa para competir com o “Fino da Bossa”: “Jovem Guarda”, apresentado pelo “trio” Erasmo e Roberto Carlos e Wanderléia. A partir daí, disputas acirradíssimas aconteciam entre os dois programas, chegando ao ponto de, por exemplo, artistas como Jorge Ben serem vetados do “Fino” por terem se apresentado no “Jovem Guarda”. É desse impasse que surge a famigerada disputa entre os fãs da Jovem Guarda e da Música Popular. Claro que a Record alimentava essas disputas, e a cada programa, mais audiência.

Mas com a grande explosão de hits e ídolos, como Ronnie Von (que inclusive depois teve seu próprio programa), o programa liderado pelo “trio” acabou superando, em termos de audiência, o “Fino”. Foi querendo mostrar que a música popular também tinha novidade e qualidade que os festivais surgiram na TV Record, que na época tinha praticamente todos os dias da semana algum programa de música na grade.

O primeiro festival transmitido de São Paulo até o Rio pela Record foi ao ar em 1966, e foi um verdadeiro sucesso. Chegaram à final “Disparada” de Geraldo Vandré e “A Banda” de Chico Buarque, com muitos aplausos, e acabaram dividindo o prêmio. O segundo festival, transmitido no ano seguinte, causou ainda mais alvoroço, com direito a “violada no auditório” de Sérgio Ricardo e os quatro primeiros colocados: Edu Lobo, Gilberto Gil, Chico Buarque e Caetano Veloso.

            Com o “estouro” de Chico Buarque nos festivais, a Record lança um programa que tinha ele como apresentador, chamado “Pra ver a banda passar”. Mas o Chico, como apresentador, dá um belo cantor e letrista. Outro programa musical de muito sucesso era “Esta noite se improvisa”, transmitida nas noites de terça-feira. Era um programa de competição, onde os artistas também faziam pequenos números de improvisação.       

Negação como apresentador de TV, Chico aparecia bem mais solto num outro programa da Record. “Esta noite se improvisa”, comandada por Blota Jr. e sua mulher, Sônia Ribeiro. Era um fascinante torneio não só de conhecimentos musicais como também de reflexos e agilidade física. Fazendo indispensável suspense, Blota disparava o mote (“A palavra é…”) – e quem apertasse primeiro o botão à sua frente ia com o microfone para cantar uma música. Podia-se ganhar até Gordini, uma das estrelas do parque automobilístico nacional dos anos 1960.

(Chico Buarque – Tantas Palavras; Humberto Werneck. Ed. Companhia das Letras) 

            Nos anos de 1968 e 1969 os festivais continuavam fazendo sucesso e lançando grandes artistas da música popular. Em 1968, lançando Os Mutantes, Tom Zé e Gal Costa, expoentes do Tropicalismo, que também começava a despontar. Infelizmente, após 69, o formato dos festivais foi reformulado e entrou no lugar a “Bienal do Samba”.

            Mesmo assim, essa programação musical fez a Record chegar a picos de audiência, e consagrou clássicos da música popular reconhecidos até hoje. Ainda bem que hoje termos a sorte de ter acesso a essas imagens tão raras do nascimento de uma nova geração de músicos que estará sempre no imaginário do brasileiro. E que bom também pensar que música era discutida assim como hoje se discute futebol. Realmente, os Festivais foram mais que programas, mas marcos na história e memória de todos.



No, no, no…
agosto 9, 2008, 2:12 am
Filed under: música | Tags:

Amy Winehouse. A cantora. A diva (?). O mito. Vivendo a 675 km/h (enquanto nós… a 60km/h, graças a deus!). Está na hora de fazer o búqui pra virar modelo da fordy modeus…

 

Little Sapeca Amy

Aqui já percebe-se o gosto por evitar pentear o cabelo desde a infância. Somada à gravata desarrumada, diria que a garota tem suas tendências. Inclusive a de ter dentes frontais separados (Isso vai entrar um dia pro meu Top10 – Coisas delicadamente abominantes). Ah, pra quem duvida, essa foto é dela sim, peguei em um site oficial.

 

Antes
Antes

Amy veste: Casaquinho “mamãe casei” rosa-bebê com estampa clássica de inverno e está com o cabelo solto! E curto! E ainda colocou ele para o ladinho! Cadê o bustiê pink? Os medalhões dourados? Os laços putanescos? E o que falar dessas bochechas rosadas? Qualquer sogra amaria.

 

Depois
Depois

Ok. Essa é a realidade do dia seguinte: Uma calça de moletom velha e rasgada no joelho, com resquícios de tinta branca, certamente da última reforma da casa, que aparentemente, tem uma cozinha esperando para ser limpa e uma louça louca pra ser lavada.

 

Fake
Gata

A maquiagem está fabulosa, perfeita, e a sombrancelha? Bem feitíssima… Batom maravilhoso, não escapa um milímetro da boca, destaque para a pequena tatuagem meiga de um coração a esquerda e… Sim, eu pago pau pros brincos que ela usa! É foto de revista. Até que tá bonitinha, né? E o cabelo desarrumado é puro “loosho”.

 

Real
Borralheira

Primeira coisa: Suor. A partir daí pra pior. Maquiagem mal feita, alça de sutiã mequetrefe, costeletas, dentes amarelos (e separados), cigarro estranhamente grudado na boca (baba seca? ecow). Nem precisa comentar o cabeleco. E… bem, apesar de tudo eu continuo a pagar pau para os brincos que ela usa.

 

“And if my daddy thinks I’m fine…”

Atualizado: Vídeos: Amy Winehouse – Tears Dry On Their Own 



Agora é pra falar bem
julho 15, 2008, 11:04 pm
Filed under: música | Tags: ,

Para assistir aos clipes e conhecer as bandas do post, clique nos nomes

A primeira vez que ouvi Sahara Hotnights”, eu devia ter uns 14 anos,  uma amiga que indicou pra mim. Estava naquela época “roqueirinha”, no auge… Ainda gosto de Runaways, Suzi 4, Bikini Kill… Mas essa época foi epidemia, só ouvia esse tipo de banda. E o Sahara não fugia à exceção. Era uma banda que eu conhecia os “hits” por assim dizer e me contentava, até porque era só mais uma musiquinha de protesto e/ou emocionalóide. Mas esses dias me deu vontade de recordar – Influência ainda da “Rainha Loana” – então peguei todas essas músicas simpáticas e procurei no YouTube pra assistir aos clipes. Digitei “Sahara Hotnights” com o intuito de assistir ao clipe de Alright Alright (Nesse clipe, detalhe pra braçadeira de guitarra da vocal), que era a música que eu mais ouvia delas. Quando o quê, me deparo com o clipe novo, de 2007, Cheek to Cheek. Wow. Mudanças bruscas. E ótimas. Essas garotas prometem, deram um pulo incrível na qualidade, apesar da música continuar um rock simples. Tipo os Beatles quando se livraram do vício do Twist and Shout. Procurei na internet o último disco What Leaving is a Loving Thing… Meu Deus! Deliciei-me. É uma mistura de Blondie (Duvido que não tenho se inspirado em Hanging on the Telephone!), batidas de Suzi 4 e parece uma coletânea, porque todas as músicas são hits gostosos que você pode sair por aí assobiando. Já tá no meu IPod e promete estar na minha prateleira de CD’s logo logo.

A prova da melhora pode ser até uma comparação: Também procurei “Sleater-Kinney” no YouTube, que é uma banda que deixei um pouco de lado e resolvi ressucitar. De Dig me Out pra You’re no Rock’n’Roll Fun houve uma evidente melhora… Mas continua a mesma coisa. Sahara conseguiu se superar – e superar certos “preceitos” de bandas femininas – e isso é bacana. É um rock contemporâneo mas saudoso. E o mais estranho… É que parece que a banda evolui com o meu gosto musical. Quando tinha 14 anos, curtia exatamente coisas do tipo Fire Alarm (Outra música das antigas que gostava), e depois que conheci “Jamiroquai” e “Vive La Fete” meu gosto enredou um pouco pro eletrônico, exatamente como o disco novo das Saharas.

Fiquem de olho nas gatinhas suecas!

More About: Site OficialMyspace



Vossa Autoria – Nina Becker
julho 7, 2008, 9:25 pm
Filed under: música, palavras | Tags: ,

Hoje, apenas uma música.

 

Não se emocione
Se eu disser que é de minha criação
Essa canção
Eu não pensei em nós
Ela não foi feita para sentir dor
E nem lembra amor

Seria até um tanto injusto
Se eu lhe dedicasse essa melodia
Bem poderia
Ser de vossa autoria

E é de vossa sabedoria
Que o diálogo termina quando começa o refrão
E é de minha euforia
O surgimento do monólogo no início da canção

Parte de toda energia 
Que já lhe proporcionei 
Pertence a esse movimento
Nesse momento
Eu só quero vossa simpatia

Seria até um tanto injusto
Se eu lhe dedicasse essa melodia
Bem poderia
Ser de vossa autoria

E é de vossa sabedoria
Que o diálogo termina quando começa o refrão
E é de minha euforia
O surgimento do monólogo no início da canção 

E é de vossa sabedoria
Que o diálogo termina quando começa o refrão
E é de minha euforia
O surgimento do monólogo no início da canção



DIA DOS NAMORADOS
junho 12, 2008, 6:46 pm
Filed under: amor, música | Tags: , ,

 Dia dos namorados é depressivo pra quem não namora, pelo menos  pra mim é. Por isso, vamos rir dessa situação, comendo muito  chocolate para liberar endorfina, ouvindo músicas da jovem guarda  sobre amores pitchulos, mandar “torpedos” para amigos bestas e rir  de piadinhas estilo pedreiro, como:

 “Você é o ovo que faltava na minha marmita.”
 “Você tem goibada dentro da barriga? Porque você é um sonho.”
 “Seu pai é mecânico? Porque você é uma graxinha.”
 “Tem uma pedra no alto do morro. E aí? Rola ou não rola?”
 “Do you have a spoon? Because I’m giving you a soup.”

 

E uma frase do Adão: “Eva era tão ciumenta que contava minhas costelas todos os dias”
E outra do Gilberto Gil: “Vez em quando, quando me sentia longe, dava por mim/Puxando o cabelo nervoso, querendo ouvir Celly Campelo pra não cair”
E posso ficar feliz. Se eu fosse corinthiana estaria pior.

Mas no fim de tudo, ALL YOU NEED IS LOVE!

Love, love, love
Love, love, love
Love, love, love

There’s nothing you can do that can’t be done
Nothing you can sing that can’t be sung
Nothing you can say, but you can learn how the play the game
It’s easy

There’s nothing you can make that can’t be made
No one you can save that can’t be saved
Nothing you can do, but you can learn how to be you in time
It’s easy

All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
Love, love, love
Love, love, love
Love, love, love

All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need

There’s nothing you can know that isn’t known
Nothing you can see that isn’t shown
Nowhere you can be that isn’t where you’re meant to be
It’s easy

All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need

Atualizado: Vídeos – “Seus Passos – Skank”




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